Acompanhe no GoogleMaps o exato local que estamos percorrendo

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Zilmar & Cristina de Curitiba/PR a Mandaguari/PR

Acabei de receber notícias que a viagem do Zilmar & Cristina de Curitiba a Mandaguari foi excelente. De forma foi-me informado que esse primeiro trecho foi uma beleza, o tempo maravilhoso, mesmo com sol pegaram um pouquinho de frio.

Sairam as 08h00 com chegada as 13h30 em Mandaguari, com duas paradas uma para abastecimento e outra para lanche. 






Este foi o trecho de 400 Km que percorreram:







terça-feira, 30 de agosto de 2011

Zilmar na estrada - A VIAGEM COMEÇOU!!!!!!!

Hoje recebi uma mensagem do Zilmar avisando que amanhã sairá de moto de Curitiba com a Cristina na garupa (ou pendura como se diz em Portugal). O plano é dormir em sua cidade natal: Mandaguari/PR. Reportou também que está chovendo em Curitiba e a temperatura está baixa.

Boa viagem Zilmar e Cristina!!!!!!!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Para acompanhar "on line" os deslocamentos pelas estradas

Levaremos um rastreador que produzirá de forma instantânea no Google Maps o local em que estivermos transitando. Então, basta acessar o endereço a seguir que vocês poderão acompanha esses deslocamentos:


O acionameno agora mostrará os pontos pelos quais eu passei durante o meu exercício de bicicleta na data de hoje.

sábado, 27 de agosto de 2011

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Preparativos

Na última 6ª feira (19/08) levamos as motos para a transportadora Transpax aqui em Brasília:

Esperando a chegada do Cristiano no pátio da Transpax


Eis quem chega


Procedimento de vistoria de entrega na Transpax


...e assim elas se foram para Campo Grande/MS 


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O Roteiro do 23º ao ao 27º dias

Em Cusco nós ficaremos por 4 noites, a idéia é dispormos de todo tempo necessário para conhecermos a região e a imperdível Machu Pichu.

Conforme havíamos comentado no início, no dia que sairmos de moto em direção ao Brasil, a Amélia e a Cristina partirão para Lima e de lá, no dia seguinte, retornam para o Brasil, direto para São Luis do Maranhão onde ficarão recuperando as forças por 3 dias até chegarmos de volta em Brasília.

A nossa saída de Cusco terá como meta a cidade de Puerto Maldonando, ainda no Perú, e de lá que reentraremos no Brasil, estimando a nossa chegada em Rio Branco/AC no 27º dias de viagem, quando eu e o Cristiano despacharemos as motos para Brasília, via transportadora, e voltaremos de avião.

O Zilmar seguirá de moto para Curitiba curtindo a sua merecida e bem aventurada aposentadoria.



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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

O Roteiro do 21º e 22º Dias

O 21º dia será destinado para conhecermos o Lago Titicaca a partir de Puno e as suas  nuances culturais, é óbvio que consta do programa uma visita às  ilhas flutuantes confeccionadas com uma espécie de junco, que servem de morada a núcleos familiares por mais de séculos.

Vale lembrar que em Puno retornaremos a altitudes elevadas após passarmos pela incrível experiência de percorrermos o calor e o alto índice de umidade do ar na região do Chaco e do frio seco do Altiplano bolivianos; de transitar acima de 4.000 metros e em seguida descer ao nível do mar. Também, deve ser adicionado os fatos que resultarão da convivência humana advinda de 6 pessoas maduras, o que exigirá o culto das quatro virtudes cardinais: a prudência, a justiça,  a fortaleza e a temperança.


A prática do desapego resultante da experiência do medo, do frio, do calor, da dor física, dos efeitos da altitude e do desconforto da hospedagem e da adaptação a hábitos alimentares diferentes da nossa cultura, deverá fazer com que possamos nos tornar um pouco  melhor  do que somos hoje.


Para o 22º dia a missão será o deslocamento de 450 Km para a cidade de Cusco no seguinte trajeto:


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domingo, 14 de agosto de 2011

O Roteiro do 18º ao 20º dias

E lá vamos nós agora para entrar no Peru (dispensamos piadinhas). No 18º dias sairemos de Iquique, com certeza após conhecermos uma das maiores zonas francas do cone sul (vixe de novo, mais piadinhas, não!!!!) seguiremos na direção do Peru, quando então teremos mais um terrível trâmite aduaneiro e migratório para cumprir.

Mudando de alho para cebola, no dia a dia de nossas rotinas temos ouvido de vários amigos a pergunta de que como se faz para mandar mensagem para este blog, de forma categórica e amplamente explicativa temos informado claramente que não sabemos como o fazer. Então amigos, telefonem para o Bill Gates, pois pode ser que ele saiba.

Voltando para a viagem, a idéia é fazer nesse dia em torno de 510 Km, isso se decidirmos ir para o ponto "B" ou "C" do mapa abaixo.


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Como somos indecisos e plenamente sábios quanto ao tamanho da nossa ignorância em relação ao Peru (vixe, de novo!!!), teremos que decidir se iremos pernoitar em Ilo, um dos portos ligados pela interoceânica (são esses: Puerto San Juan, Puerto Matarani ou Puerto Ilo), ou então em Moquegua (http://util.peru.com/peruinfo/info_dptos/moquegua/moqueg.htm).

Em Puerto Ilo o que nos atrai é o fato de ficarmos perto do mar e imaginamos que teremos acesso a uma boa infaestrutura de hotéis, restaurantes e a possibilidade de simultaneamente de ficarmos bem encalusurados em relação a alguma vida noturna,  que é o que menos queremos nessa "trip".


Em Moquegua estaremos próximos às rodovias que nos levarão até à cidade de Puno e também não distantes de Arequipa, que é uma opção de passeio a ser pensado nessa jornada.


Achamos que Arequipa, dita como a segunda cidade peruana (de viés político ultra direitíssima), é uma interessante opção  por conter arquitetura colonial muito bem conservada, mas será um ponto de enlace que devrá ser decidido no curso da viagem. Até por conta das notícias que tentaremos obter acerca do melhor caminho a seguirmos até Puno, que poderá ser o indicado a seguir:


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Mas se seguirmos via Arequipa o caminho será:



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O efeito prático da decisão acarretará a escolha em andarmos a mais em torno de 200 Km ou não.

sábado, 13 de agosto de 2011

O Roteiro do 16º e 17º dias


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Em Calama (CH) ficaremos duas noites após a chegada da Bolívia com o intuito de descansarmos das agruras da altitude desértica que teremos enfrentado. O 16º dia será dedicado à manutenção das motos e do nosso corpo.

Após esse descanso rumaremos em direção ao litoral norte do Chile, cumprindo em torno de 350 Km até chegarmos em Iquique.

A grande diferença ficará por conta de que chegaremos ao nível do mar, após percorrermos altitudes elevadas por vários dias. Acho que faremos uma festa.

E a imensa dúvida desse trecho será sabermos se faremos o percursso contemplando a cidade de Tocopilla ou se deveremos seguir a rota desenhada acima. Aceitamos sugestões.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

O Roteiro do 12º ao 15º dias

A cidade de Uyuni será o ponto de partida para vencermos talvez o trecho mais difícil dessa jornada. Programamos passar 3 noites nessa região (figura abaixo), iniciando pela cidade de Colchani, a porta do Salar de Uyuni e onde localiza-se o "cemitério de trens".

Em Uyuni pretendemos contratar um veículo 4 x 4 com motorista, que será nosso guia, cozinheiro e cuidador. No 4 x 4 irão as mulheres, a nossa bagagem, incluído os baús das motos, gasolina reserva, alimentos, etc. Será o nosso carro de apoio.

 

Saindo de Colchani adentraremos o Salar de Uyuni, visitando (traçado vermelho)  a Isla del Pescado até o Hotel del Sal, onde lá ou outro local nas proximidades,  ficaremos a nossa segunda noite (a primeira deverá ser em Uyuni).

No dia seguinte rumaremos no sentido da Reserva Eduardo Avaroa (http://www.bolivia-rea.com/), onde passaremos mais uma noite em um abrigo do Parque.

No dia seguinte sairemos da Bolívia entrando o Chile por Hito Cajon passando por San Pedro de Atacama dirigindo-nos finalmente para a cidade de Calama.

domingo, 7 de agosto de 2011

O Roteiro do 8º ao 11º dia

Ficaremos de forma preguiçosa por dois dias na trepidante metrópole de Sucre. Isso por conta da altitude, serão dois dias em 2.500 metros para, na verdade, fazermos uma pre-escala aos 4.000 metros que teremos que enfrentar por alguns dias.

A expectativa é que em em Sucre eu possa fazer um bom relato acerca da viagerm até a esse ponto. Ficarei devendo.

De Sucre para Uyuni pretendemos fazer uma escala em Potosi, a cidade que fica a 4.000 metros de altitude. É lá que os espanhóis encontraram uma montanha de prata. Na pesquisa encontrei a informação de que Potosi, em seu explendor econômico, foi a maior cidade das américas, e hoje ostenta as agruras da inimaginável exploração irracional pela qual passou. Vixe!!!!!!!!! Acho que escrevi de mais.




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O Salar de Uyuni, aquela área azul do mapa acima, contém abaixo de seu leito de sal a maior reserva de lítio do mundo. Aquilo que está dentro da bateria do seu "notebook" e celular, imagina!!!!

Mas prá gente, a cidade de Uyuni, será a porta de entrada de uma grande aventura. Será lá que teremos que contratar um veículo 4 X 4 que abrigará as mulheres e servirá de ponto de apoio para as motos em um circuito quase que inóspito.

O Roteiro do 6º e 7º dias

Quando sairmos de Samaipata a Patrícia e Amélia  voltarão para Santa Cruz de la Sierra e de lá, no dia seguinte pegarão um vôo da companhia aérea boliviana Aerosur (já estão com os bilhetes em mão) para Sucre, onde novamente nos encontraremos com elas. A Cristina  continuará firme na garupa (ou pendura como se diz em Portugal).

De Samapaita em diante continuaremos a medir as distâncias por tempo e não por Km, e conviveremos com mais algumas dificuldades. A primeira é a altitude que começa a se elevar na medida em que nos dirigimos para a Cordilheira dos Andes, a segunda será as estradas, que além de sinuosas serão de terra. Vale lembrar que as informações coletadas apontam que o sistema de abastecimento de combustível no território boliviano é irregular, há relatos que em alguns locais a venda é realizada por famílias em suas residência e em baldes. Veremos.

O percurso desses dois dias será o indicado no mapa a seguir. 

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Essa viagem tem peculiaridades bem distintas em relação às três anteriores (2008 - Chile; 2009 - Bariloche e Ushuai e 2010 - Deserto do Atacama). Primeiro por conta da quilometragem, as anteriore foram 10.000, 15.000 e 10.000 Km, respectivamente. Nessa estimamos que serão em torno de 5.500 Km, sendo que para o Zilmar talvez ele rode mais de 8.000 Km por conta de que ele fará o trecho de Rio Branco a Curitiba com ela. Nós, Cristiano e Evanio, as despacharemos por transportadora em Rio Branco.

Também será diferente por conta da estrutura de vias e demais instalações como hotéis, restaurantes, postos de gasolina e etc,, que no Chile e Argentina são bons, mas na Bolívia já não contaremos com isso. Outro fator será a altitude, já que ficaremos por mais de uma semana percorrendo trechos em torno de 4.000 m.

Considerando esses fatos na montagem do roteiro, buscamos então  fazer trechos curtos para que possamos ter margem de redirecionar m ponto ou até mesmo adiantarmos algum trecho. Nesse sentido, prevemos um parada intermediária entre Sucre e Samaipata para que não ficássemos no limite em face das condições das estradas.

As informações obtidas acerca desse trecho indicam que ao sairmos da Ruta 4 (antiga estrada que ligava Santa Cruz a Cochabamba) ainda encontraremos asfalto por mai 45 Km na Ruta 5, por isso que previmos uma parada em Aiquilu, cidade campesina que não faça a menor idéia do que nos espera por lá - http://www.aiquile.net/.

Sabemos apenas que há um plano "B", que será  seguirmos pela Ruta 4 e dormimos em Totora, e de lá irmos para Sucre. Isso, só saberemos quando estivermos saido de Samaipata ou ao logo do caminho.

No 7ª dia pretendemos alcançar a cidade de Sucre, capital judiciária da Bolívia, onde reencontraremos a Amélia e a Patrícia, que lá deverão estar nos aguardando.

Pretendemos ficar três noites em Sucre, a 2.500 metros de altitude para podermos  acostumarmo-nos com os efeitos iniciais da altitude, pois o 10º dia será em Potosí, a mais de 4.000 metros de altitude.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O Roteiro do 5º dia

Antes de falar sobre a programação do 5º dia de viagem, vale recordar que será em Santa Cruz de la Sierra que a Amélia e a Patrícia entrarão na viagem, elas chegarão no aeroporto de Viru-Viru a 1h15 da madrugada do dia 07 de setembro em um vôo da GOL (bilhetes já em mãos), e de lá irão direto para o nosso hotel.

Nesse mesmo dia seguiremos todos para a cidade de Samaipata ("Descanso nas Alturas" em Quéchua - idioma dos Incas).


                                                                                       Exibir mapa ampliado

A região de Samaipata é circundada por florestas e fica à margem do Parque Nacional de Amboro, conforme indicado no mapa. Local de veraneio frequentado pela população de Santa Cruz de la Sierra. Distando acerca de 120 Km no nosso ponto de partida desse dia. Patrimônio da Humanidade pela UNESCO e tem como principal ponto de interesse o sítio arqueológico denominado El Fuerte de Samaipata, que remonta a época pré-colombiana  e fica a 2.000 metros de altitude.

Saindo de Santa Cruz, inicia-se a subida da Cordilheira dos Andes e as pesquisas indicam que as distâncias são medidas pelo tempo de viagem e não em Km, por conta de que as estradas são sinuosas e que a velocidade imposta pelo relevo e as curvas torna indiferente você estar de carro, caminhão, moto ou jegue, pois a velocidade de deslocamento será sempre a mesma.


Apenas para registro vale informar que Che esteve nessa regiião quando então  dirigiu-se para a Bolívia na sua tentativa de implantar a guerrilha. 

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O Roteiro do 2º ao 4º dias


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Saindo da fronteira Brasil-Bolívia no 2º dia de viagem teremos como meta a cidade de San Jose de Chiquitos. Um trecho medianamente curto de 370 Km e todo pavimentado por uma região de "chaco". Portanto, deveremos sentir bastante calor e ficarmos atento para a questão do combustível que dizem haver pouca oferta desse serviço.

A nossa expectativa em San José de Chiquitos e poder contemplar uma parte da região das Missões Jesuítas na Bolívia.

O 3º dia será na estrada cumprindo o trecho San José de Chiquitos a Santa Cruz de La Sierra, também, em uma região de "chaco". As informações coletadas indicam que teremos um trecho de apenas 273 Km, mas com uma dificuldade maior em decorrência de que ainda há 40 Km por asfaltar. Se sairmos com os tanques totalmente abastecidos, não haverá problema de combustível em face da autonomia das motos, mas ficaremos atentos para o aumento do consumo no trecho de terra.

O 4º dia será dia de descanso  em Santa Cruz de la Sierra,  de lá mandaremos notícias sobre a cidade.